Da Arquitetura de Sistemas à Arquitetura da Memória.

Olá, sou Alexandre Kozoubsky.

Sou um profissional em constante evolução, situando-me hoje na interseção estratégica entre a Tecnologia da Informação e a Ciência da Informação.

Minha trajetória não é linear; ela é convergente. Com quase quatro décadas de experiência em engenharia de software, infraestrutura e arquitetura de sistemas, hoje dedico meu conhecimento técnico a um propósito maior: a Preservação Digital e a organização do conhecimento através da Arquivologia.

1987 – Presente

A Base Técnica (Hard Skills)

Minha carreira começou no “chão de fábrica” da computação em 1987. Ao longo dos anos, especializei-me em resolver problemas complexos para grandes instituições. Atuei como Arquiteto de Sistemas e Consultor em organizações como o IRB Brasil Re e a RITS, onde fui responsável por definir frameworks de desenvolvimento e liderar a modernização de aplicações críticas.

Minha experiência cobre o ciclo completo da informação digital:

  • Infraestrutura: Administração de servidores Linux (Red Hat/CentOS) e serviços de nuvem (AWS).
  • DevOps: Implementação de cultura de integração contínua e automação de processos.
  • Desenvolvimento: Décadas de prática com linguagens e bancos de dados robustos (Java, SQL, PHP, ColdFusion).
O Pivot

O Encontro com a Arquivologia

A tecnologia muda rápido, mas a informação precisa perdurar. Foi essa inquietação que me levou à UNIRIO, onde estou concluindo minha graduação em Arquivologia.

Percebi que o maior desafio da próxima década não é apenas “gerar dados”, mas garantir que eles sejam autênticos, confiáveis e acessíveis a longo prazo. Minha pesquisa acadêmica foca exatamente nisso: como utilizar ferramentas tecnológicas avançadas — desde repositórios digitais (RDC-Arq) até Inteligência Artificial — para tratar acervos históricos e corporativos.

Hoje

O que eu faço hoje

Atuo como um tradutor entre dois mundos. Para instituições de memória e empresas que lidam com grandes volumes documentais, ofereço uma visão única:

  • Consultoria em Acervos Digitais: Não apenas a teoria arquivística, mas a implementação técnica (“mão na massa”) dos sistemas.
  • Humanidades Digitais: Aplicação de tecnologia para estruturar e visualizar dados culturais e históricos.
  • Mentoria e Soluções Híbridas: Unindo o rigor da norma culta da arquivologia com a agilidade das metodologias ágeis de TI.

Além do Código

Moro no Rio de Janeiro e acredito que a curiosidade é o motor da longevidade profissional. Quando não estou configurando um servidor ou analisando uma tabela de temporalidade, você provavelmente me encontrará ouvindo Jazz Fusion (explorando a discografia do Pat Metheny), estudando sobre neurociência ou lendo filosofia.

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